Indústria e ciência unidas: empresas fortalecem a inovação em saúde no Brasil por meio do CBEB 2026

Planos estruturados do congresso ampliam visibilidade, relacionamento e inserção estratégica de empresas no ecossistema de inovação em saúde no Brasil

O Congresso Brasileiro de Engenharia Biomédica (CBEB) 2026, promovido pela Sociedade Brasileira de Engenharia Biomédica (SBEB), será realizado de 28 de setembro a 2 de outubro, em Fortaleza (CE), na Fábrica de Negócios do Hotel Praia Centro. Com o tema “Construindo pontes entre a academia e o mercado”, o evento abre suas cotas de patrocínio para empresas que desejam atuar no ecossistema de inovação em saúde.

Reconhecido como o principal congresso da área no Brasil, o CBEB deve reunir mais de 1.500 participantes, de diferentes regiões do país e do exterior, incluindo pesquisadores, profissionais da saúde, representantes da indústria e gestores públicos. Esse perfil cria um ambiente voltado à troca de conhecimento e à construção de soluções aplicadas às demandas do sistema de saúde.

“A visibilidade fortalece a marca e os painéis ampliam autoridade, mas é o contato direto, especialmente em ambientes como estandes, rodadas de negócios e arenas de inovação, que efetivamente converte participação em resultados concretos, como projetos, contratos e inserção no mercado”, indica o Vitor Hugo de Albuquerque, professor e doutor pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenador geral do CBEB 2026.

Ciência, tecnologia e aplicação no CBEB

“O CBEB, ao alcançar sua 30ª edição, consolida-se como um fórum científico e tecnológico de referência da Engenharia Biomédica no Brasil e na América Latina, com papel relevante na articulação entre pesquisa, desenvolvimento tecnológico e aplicação em saúde”, relembra Albuquerque.

A diversidade de participantes aproxima diferentes áreas e permite que o congresso funcione como um elo entre produção científica e aplicação prática. Para empresas, isso representa acesso a demandas reais, tendências tecnológicas e oportunidades de colaboração.

“Esses espaços favorecem interações diretas, aprofundadas e orientadas a resultados, permitindo a apresentação de soluções, discussão de demandas reais e construção de parcerias com atores estratégicos do ecossistema. Dessa forma, o modelo aproxima efetivamente empresas, academia e setor público/privado, ampliando oportunidades de colaboração, validação tecnológica e geração de negócios”, explica o professor.

Patrocínio e formatos de participação no CBEB

Os planos de patrocínio foram estruturados para oferecer inserção qualificada no evento, combinando presença institucional e participação ativa. “Isso inclui a participação na arena de inovação, com estandes para exposição tecnológica dos patrocinadores, além de envolvimento no Ideathon, workshops e sessões técnicas”, destaca Albuquerque.

As cotas são organizadas em cinco níveis: Cobre, Bronze, Prata, Ouro e Diamante, com investimentos entre R$ 10 mil e R$ 100 mil e número limitado de vagas. A estrutura atende desde startups até empresas consolidadas, com contrapartidas proporcionais ao nível de participação.

“O CBEB foi estruturado para ir além da exposição de marca. As cotas foram desenhadas como plataformas de conexão. Isso significa que, ao mesmo tempo em que garantimos visibilidade qualificada — em plenárias, materiais e ativações — também criamos ambientes intencionais de relacionamento, como rodadas, espaços de convivência e inserção em conteúdos estratégicos”, afirma Leonardo Araripe, diretor executivo do CBEB 2026.

Entre os benefícios estão presença em estandes, participação em atividades como o Ideathon, inserção em materiais institucionais e acesso a espaços de networking com profissionais do setor. Nos níveis mais avançados, as empresas também participam de painéis e momentos estratégicos do congresso.

A cota Diamante, por exemplo, amplia o protagonismo das empresas em três dimensões: autoridade, relacionamento e geração de oportunidades.

“Autoridade, ao estar presente nos debates estratégicos; relacionamento, ao acessar um público altamente qualificado; e conversão, ao transformar essas conexões em oportunidades concretas de negócio”, explica Araripe.

Além disso, a associação institucional ao evento reforça a credibilidade das empresas. “Esse reconhecimento tem um valor estratégico relevante. Em um setor como o da saúde, onde a credibilidade é um ativo central, estar associado institucionalmente ao CBEB e à SBEB reforça a confiança na marca”, afirma.

Integração com o setor de saúde

O modelo de participação também prioriza a interação com diferentes atores do setor. As empresas podem apresentar soluções, participar de discussões técnicas e se conectar com profissionais envolvidos na assistência, gestão e formulação de políticas públicas.

“O acesso ao mailing é feito de forma qualificada e responsável, permitindo que as empresas mantenham um diálogo com os participantes. Além disso, estimulamos desdobramentos por meio de conteúdos pós-evento, conexões institucionais e iniciativas que mantêm a comunidade ativa”, explica Araripe, destacando também ações pós-evento que ampliam o relacionamento.

Segundo ele, esse posicionamento se constrói a partir da combinação de presença, conteúdo e interação. “O CBEB oferece o ambiente, mas a autoridade se consolida quando a empresa consegue se inserir de forma genuína nesse diálogo, demonstrando conhecimento, inovação e capacidade de contribuir com o futuro da saúde”, afirma.

Além da iniciativa privada, o congresso também se conecta ao setor público e ao Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o alcance das discussões. “Paralelamente, a presença no congresso amplia a visibilidade das empresas junto ao setor público, posicionando suas tecnologias e competências no radar de políticas, programas e demandas estratégicas”, acrescenta Albuquerque.

Do contato à oportunidade

Em um cenário em que a inovação em saúde depende da integração entre diferentes áreas, o CBEB se posiciona como um espaço de aproximação entre desenvolvimento tecnológico e aplicação prática.

“Ao se posicionar no CBEB, a empresa não está apenas buscando visibilidade, mas se inserindo em um espaço de construção de soluções, inovação e desenvolvimento do setor. É um posicionamento que dialoga com o presente, mas principalmente com o futuro da saúde”, destaca Araripe.

Para Albuquerque, esse ambiente também contribui para a compreensão dos desafios estruturais da saúde no Brasil. “Esse ambiente permite que empresas dialoguem com esses atores, compreendam demandas reais e participem da construção de soluções em colaboração com deep techs e a academia, transformando conhecimento científico e tecnológico em aplicações mercadológicas concretas”, conclui.

Com vagas limitadas e diferentes formatos de participação, o CBEB 2026 reforça seu papel como um dos principais espaços de articulação entre tecnologia e saúde no país.

Empresas interessadas podem acessar o site oficial do CBEB para conhecer os planos e garantir participação no evento.

Aguardamos você e a sua empresa no CBEB 2026!

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